Cose di croniche

As crónicas que saem do Cose Tante. Ou não.

Da malta da catana

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Não é gente agressiva e não se devia explicar. Não o farei. A malta sabe quem é da malta e quem não é. E quem não é não entende, ofende-se com o que vê e não se preocupa em olhar. É isto e pouco mais.
A malta da catana é benevolente. Há bondade na escolha da catana em detrimento da humilhação pública. Sim, tortura. Sim, estripa. Há catanas e hattori hanzo para quem viu Kill Bill. Mais armas à escolha, gosto e neura de cada uma. Tudo tão catártico e as vítimas nem desconfiam. E isso o que é? Não o entenderiam. Era isso ou um estalo na cara, topas?
Há uma lealdade tácita à catana, um quase, quase silêncio. A catana é uma liga, um elo que não nos une, juntando-nos num objectivo: o descanso da moleirinha.
Não, a alternativa não é sozinhas contra o mundo. Sozinhas talvez, mas em oposição a convosco. Só isso. Sozinhas perante essas cabeças ocas que só vêem cheio ou vazio, preto ou branco, loiça lavada ou por lavar.
O conceito de malta da catana não chega até aí se não perceberam nada disto. Já a catana… beware.

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Written by Marta

Abril 22, 2010 às 10:59 am

Publicado em Interlúdio musical

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