Cose di croniche

As crónicas que saem do Cose Tante. Ou não.

eu acho que é esta, mas pode ser uma muito semelhante. Arrisco.

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Um dia destes disseram-me “Não gostei nada desse filme” sobre o Gran Torino, e eu respeito. Claro que todos sabemos que este “eu respeito” é um “ya ya sabes lá o que é bom” mas eu tento, senhores, juro que tento ser civilizadinha em conversas e respeitar quase toda e qualquer opinião. Até porque não gosto muito de fanatismos (terei um ao outro, talvez) e evito entrar em team sim/team não no que toca a filmes. Gosto mais, menos, raramente não gosto de todo, e é mais ou menos isto que se pode esperar de mim numa conversa sobre cinema. Depois tenho os meus preferidos au monde, mas a opinião alheia já não me interessa muito nesses casos dogmáticos (lá está o fanatismo que eu acho que não tenho).
Então do Gran Torino e sem querer estragar para quem não viu. Fala-se muito da cena final. Para mim A cena é esta. Porque nesta altura já não é só o saber que a vizinhança é mais próxima que a família. Nós, nós que estamos a ver, já somos, e quando entram filho e nora de telefone-loja-do-avô em punho e condescendência na ponta da língua, encolhi-me na cadeira e pensei “ai… ele não é assim!”. Gran Torino é isso. Ou sou eu que tenho 3 anos e me amarro em um bom suspension of disbelief.

Neste frame é possível ouvir a ligeira rosnadela. ❤ Clint e seu rosnar

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Written by Marta

Janeiro 25, 2012 às 1:59 pm

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